domingo, 6 de abril de 2008

IV Festival de Tunas CCB
















Imagens que se fazem ver e ouvir..

( A imagem que tive durante dois dias e meio... Pendiricalhos, meias com aspecto suspeito e tricórnios... á volta também atenção que: nunca mas NUNCA acordar susceptíveis Tunos antes do meio dia, nem sei quem poderá ter feito tal coisa... Desgraçada de Guia que o fez!! Eu batia-lhe!!! Eheheheheh) adiante...

Para além de meia cor de Tijolo, há o típico fino, o porco no espeto, um caloiro tuno levado para o hospital, há as actuações, na relva a dormir, nadar no lago ás 6da manhã, a directa sob efeito de álcool puro, e por aí adiante...
Ser Estudante não é fácil e adequere as suas farras, ora agora mais um copinho, umas musicas e tal, para dar inicio ao verdadeiro espírito académico.
De Tunas participantes que chegaram desde a Covilhã, Porto( ISEP) (IPAM), Figeuira da Foz e a Afonsina da UM. mais a Tuna organizadora Académica da Universidade
Lusíada de Famalicão.
Feita a introdução, terei de avançar para a parte não das meias( atenção não são collants) mas sim, para grande surpresa minha, uma perspectiva diferente da convivência de Tunas. As suas melodias, tradições que trazem de sua cidade, raízes que demarcam diferenças que unem e fazem transparecer a boa disposição, e alegria do momento( também o álcool ajuda vá).





As cordas afinadas, as vozes já aquecidas, com rápidos ensaios de ultimo tempo, tudo está preparado. Abre-se as cortinas, e uma plateia em expectativa, o espectáculo tinha começado! Faz-se silêncio, os olhos atentos e de repente se ouve uma Guitarra a tocar...


quarta-feira, 12 de março de 2008

" Not Tomorrow"



Inevitavelmente contagiante....




domingo, 3 de fevereiro de 2008

Guarda Chuva Interdisciplinado_ Manuel Tainha

Depois de vaguear um pouco entre livros esquecidos, fica aqui uma das Conversas de Arquitecto Manuel Tainha.
"(..) A necessidade interdisciplinar desperta no mundo racionalizado nasce no momento em que a invocação se institucionaliza como sistema, isto é: em que se institucionaliza a introdução de novas técnicas e novas estratégicas no interior do mundo da produção.
Onde antes eu diria que o criador é criado pela próprias criações, com a institucionalização de inovação do acto e a disciplina arquitectónica convertem-se imperceptivelmente numa teoria de acção expurgada de todo o conteúdo de valores, da intencionalidade que é uma das condições chave, de toda a artisticidade da Arquitectura.
Neste contexto a racionalização da produção dos artefactos, em que naturalemente incluo os objectos arquitectónicos, tende a esconder a irracionalidade social do produto, a sua futilidade. Parafraseando Habermas, no modelo tecnocrático, a antiga relação de dependência do especialista relativamente ao arquitecto parece ter-se invertido. Este tende a tornar-se aí num mero" executor de um saber científico que se impõe tanto nas técnicas como nas estratégicas de optimização dos resultados". Num tal estado de tendência, diria ele, a acção decisória que resta ainda ao Arquitecto seria apenas fictícia, "limitando-se quando muito a ser uma espécie de tapa-buracos de uma racionalização ainda imperfeita".
Este plano inclinado por onde desliza imperceptivelmente a produção dos objectos num estado de hegemonia tecnocrática.
Todo o acto de projecto é um acto compartilhado.
Acontece que nas mais das vezes a impermeabilidade recíproca entre as disciplinas, a inconstância dos seus níveis de permeabilidade converte o trabalho interdisciplinar numa verdadeira conversa de surdos (...) "

Textos de Arquitectura

sábado, 19 de janeiro de 2008

Centro de arte contemporânea






A proposta lançada foi a concepção de um edifício de culto/contemplação.

Quanto á concepção do Edifico, adaptei-me ao conceito escolhido: Movimento.
Inicialmente a origem da sua forma, obteve-se com um cravo, e símbolo de revolução, começa aqui o Movimento. Transformando a palavra em sim com talvez outro sentido. Sendo assim, em vez de compartimentos organizados na ortogonal, e linhas demasiadamente frias e simples, optei por "brincar" com a tal forma de um cravo, e tentando usar curvas, para salientar movimento ao edifício.

O Edifício, que se assenta num terreno com bastantes curvas de nível, mantém-se fluído, para não danificar a envolvente.

Sendo um edifício de altura máxima de 8m, centrada num clarabóia interior que se estende até á cobertura. Nesse espaço, o seu interior seja reservado num tapete verde de relva.
A cobertura tem fortemente influência orgânicas, para trazer sensações quebradas e soltas. Porém, não é toda trabalhada na mesma altura, conjugando o ponto mais alto, centrado no edifico, prolongando-se até ao ponto mais afastado.
Quanto á organização de espaços interiores, optei por usar uma planta livre e minimalista, guiando o visitante desde o início(recepção) até ao espaço de convívio (café/bar), este se estende na paisagem captando em pleno a natureza circundante através de uma entre outras paredes de vidro. Esta que é inclinada evita as direcções solares directas.

Localização: Oliveira Stª Maria
Terreno: Santa Tecla
Ano: 06´/07´
Ano curricular: Arquitectura I

Universidade Lusíada V. N. Famalicão
Faculdade de Arquitectura e Artes- f.a.a




terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Réplicas

".. went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day
went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day

"..All that we needed was right
The threshold is breaking tonight

Open to everything happy and sad
Seeing the good when it's all going bad
Seeing the sun when I can't really see
Hoping the sun will at least look at me

Focus on everything better today
All that I needed I never could say
Hold on to people they're slipping away
Hold on to this while it's slipping away
.."

Resistência do pensamento

O titulo caracteriza-se por ser não um movimento, nem uma demonstração, mas sim invocando ao pensamento liberto de preconceitos , e livres de se expor a novos conceitos pragmáticos, e existencialistas. Um turbilhão de ideias opiniões e temas diferentes sem nunca cair na rotina, o aparecimento de novos posts, só acontece com a necessidade da autora de exprimir e se evidenciar e se fazer caracterizar neste novo mundo. Musica, arte, e um pouco de ocasiões que fazem cair, e nos remota para um blog com um pouco mais de formalidade, provando capacidade suficiente para sobreviver e continuar a respirar..


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sobre mim...

estudante perdidamente apaixonada pela Arquitectura, amar perdidamente a arte..